Questo sito contribuisce alla audience di

Sonetto della rosa tardiva

un piccolo gioiello di Vinicius de Moraes

Come una giovane rosa, la mia amata …
Mora, bella, snella, nella penombra
Sembra il fiore còlto, ancóra coperta di rugiada
Proprio al momento in cui diventa rosa.

Ah, perché non la lasci intatta
Poeta, tu che sei padre, nella misteriosa
Fragranza del suo essere, fatto di ogni
Cosa così fragile che compone la rosa…

Ma (mi dice la Voce) perché lasciarla sullo stelo
Ora che ella è rosa emozionata
D’esser nella tua vita ciò che cercasti

Tanto dolorosamente per tutta la vita?
Ella è rosa, poeta … così si chiama …
Senti bene il suo profumo … Ella ti ama ..

Commenti dei lettori

(Inserisci un commento - Nascondi commenti anonimi)
  • Marcelo dos Santos

    20 Oct 2010 - 00:23 - #1
    0 punti
    Up Down

    Como uma jovem rosa, a minha amada…
    Morena, linda, esgalga, penumbrosa
    Parece a flor colhida, ainda orvalhada
    Justo no instante de tornar-se rosa.

    Ah, porque não a deixas intocada
    Poeta, tu que és pai, na misteriosa
    Fragrância do seu ser, feito de cada
    Coisa tão frágil que perfaz a rosa…

    Mas (diz-me a Voz) por que deixá-la em haste
    Agora que ela é rosa comovida
    De ser na tua vida o que buscaste

    Tão dolorosamente pela vida?
    Ela é rosa, poeta… assim se chama…
    Sente bem seu perfume… Ela te ama…

  • Marcelo dos Santos

    20 Oct 2010 - 00:23 - #2
    0 punti
    Up Down

    Como uma jovem rosa, a minha amada…
    Morena, linda, esgalga, penumbrosa
    Parece a flor colhida, ainda orvalhada
    Justo no instante de tornar-se rosa.

    Ah, porque não a deixas intocada
    Poeta, tu que és pai, na misteriosa
    Fragrância do seu ser, feito de cada
    Coisa tão frágil que perfaz a rosa…

    Mas (diz-me a Voz) por que deixá-la em haste
    Agora que ela é rosa comovida
    De ser na tua vida o que buscaste

    Tão dolorosamente pela vida?
    Ela é rosa, poeta… assim se chama…
    Sente bem seu perfume… Ela te ama…

Link correlati